Varejo do Norte e Nordeste cresce durante o carnaval, e busca novos produtos na 40 Graus

O varejo das regiões Norte e Nordeste está aquecido. As vendas para o período de carnaval, época em que tradicionalmente os consumidores buscam por roupas, calçados e acessórios, e a volta às aulas confirmaram as boas expectativas dos lojistas. Com isso, crescem as projeções da indústria calçadista para boas vendas na 40 Graus - Feira de Calçados e Acessórios. A feira será realizada nos dias 7, 8 e 9 de março em Natal (RN), no Centro de Convenções de Natal, e será responsável por reabastecer as lojas para duas importantes datas do varejo local: as festas juninas e o Dia das Mães.

Em sua quarta edição, a 40 Graus se consolida como catalisadora de bons negócios para a indústria brasileira. A região por si só é um polo de produção calçadista, com mais de 600 indústrias que geram mais de 100 mil empregos na produção de calçados e acessórios. “É uma região que se afirmou como produtora. Atualmente o Ceará é o segundo maior estado exportador do Brasil. É importante que essa indústria tenha contato direto com o varejo”, explica o diretor da Merkator Feiras e Eventos, promotora da feira, Frederico Pletsch.

Nos últimos anos, as regiões Norte e Nordeste foram o motor do crescimento do consumo no Brasil. Por isso, a 40 Graus tem atraído as maiores marcas brasileiras, que querem estar em sintonia com esse consumidor. “Para as empresas do Sul do país esse momento de troca com o lojista local é fundamental. É na feira que essa relação vai ser estreitada para, logo ali na frente, também se transformar em vendas”, ressalta o diretor da Merkator.

Para esta edição a 40 Graus cresceu 5% em número de expositores. Com esse resultado a feira mantém um ritmo em que em todas as suas edições conseguiu superar a anterior. Para esta edição já são mais 240 marcas calçadistas confirmadas. Do lado do varejo as projeções também animam: mais de 700 lojistas já têm passagens e estadia reservadas para a feira. “São números que animam e nos fazem ter a expectativa de superarmos esse momento econômico adverso”, afirma Pletsch.